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Marcello Alves Quege Ponte Silva

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" “A terra não nos pertence… nós é que pertencemos a ela!” ”
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2/20/2009

desmatamento na Amazônia

 
 
 
 
Amazon rainforest in big trouble, says UN - 02/19/2009

 

Economic development could doom the Amazon warns a comprehensive new report from the United Nations Environment Programme (UNEP).

The report — titled GEO Amazonia [PDF-21.3MB | ZIP] — is largely a synthesis of previously published research, drawing upon studies by more than 150 experts in the eight countries that share the Amazon.

GEO Amazonia notes that by 2005, accumulated deforestation in Amazonia was 857,666 square kilometers or 17 percent of the region's original forest cover.  Most of the loss has been driven by conversion for cattle pasture, but industrial agriculture and plantations have become increasingly important forms of land use in the region, especially in the Brazilian Amazon.  Development has been facilitated by government policies that promote colonization of forest lands as well as infrastructure projects — including a 10-fold increase in roads in the Brazilian Amazon between 1975 and 2005.

Click image for legend and to enlarge The report warns that deforestation, degradation, and fragmentation are already having ecological impacts, including air pollution, increased incidence of fire, and reduced availability of water and forest resources in some areas.  It says that lack of coordinated management has made it difficult to address these problems.

The report devotes an extensive section to the future of Amazonia, including the potential impact of climate change.  It appears to rely heavily on a series of studies led by Daniel Nepstad, an ecologist formerly of the Woods Hole Research Institute but now with the Moore Foundation.  Nepstad has warned that the interacting impacts of deforestation and climate change could destroy half the Amazon within 20 years.

"Climate change is putting pressure on the Amazonian ecosystems making them more vulnerable," UNEP said in a statement.

To avoid the worst outcomes from forest loss and climate change, the report calls for Amazon nations to develop a "unified Amazonian environmental vision" and define the region's role in development.

"Countries sharing this rich yet fragile ecosystem have recently developed strategies for conservation and sustainable development, but they have yet to develop a unified Amazonian environmental vision," write Achim Steiner, United Nations Under-Secretary General and UNEP Executive Director, and Francisco J. Ruiz, Acting Secretary General of the Amazon Cooperation Treaty Organization in the forward of the report.

Minc destaca ações do governo brasileiro contra o desmatamento na Amazônia - 19/02/2009

Local: Brasília - DF
Fonte: MMA - Ministério do Meio Ambiente
Link: http://www.mma.gov.br


Ao participar em Nairobi, no Quênia, do lançamento do estudo GEO Amazônia: Perspectivas do Meio Ambiente na Amazônia (Environment Outlook in the Amazonia - GEO Amazonia), o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, defendeu as ações do governo federal em prol da preservação da Floresta Amazônica na região brasileira, que redundaram na queda do desmatamento nos últimos três anos.

Uma iniciativa do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), o GEO Amazônia foi lançado no Fórum Global de Ministros de Meio Ambiente, promovido durante a 25ª sessão do Conselho de Administração do Pnuma, que ocorre na sede desse organismo até sexta-feira (20/2), com a participação de cerca de cem ministros de várias partes do mundo.

Apesar de reconhecer os esforços que vêm sendo realizados por governos dos países da região para lidar com os problemas ambientais, como em ações para o desenvolvimento de instrumentos nacionais de planejamento e manejo da Floresta Amazônica, o GEO Amazônia ressalta o avanço da degradação na região compartilhada pela Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela.

Segundo os dados coletados pelo estudo até 2005, ao longo da história a Floresta Amazônica nesses oito países já havia perdido, com o desmatamento, cerca de 17% de sua área verde original.  Isso equivale a uma área acumulada de 857.666 km2 de perda florestal, que, a título de comparação, equivalem a 94% do território da Venezuela.

O ministro do Meio Ambiente do Brasil ressaltou ações pela preservação da floresta, como o incremento do combate aos crimes ambientas e o incentivo a práticas de uso sustentável do verde, como a adoção de preços mínimos para a venda de produtos extrativistas e a constituição, pelo presidente Lula, do Fundo Amazônia, que já conta com US$ 150 milhões doados pelo governo da Noruega.  Minc lembrou que 20% do Fundo Amazônia podem ser aplicados em iniciativas de preservação da floresta nos outros países da região.

"Os dados do GEO Amazônia só vão até 2005.  Portanto, não contemplam a queda do desmatamento nos últimos três anos", destacou Minc, lembrando que, nos oito últimos meses de 2008 houve uma queda de 40% do desmatamento em relação ao mesmo período de 2007.

Avaliação ambiental
O GEO Amazônia faz uma avaliação da situação do meio ambiente amazônico nos oito países que compõem a região.  Uma realização do Pnuma e da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), com coordenação técnica da Universidad del Pacifico e contribuições do Ministério do Meio Ambiente brasileiro e dos outro sete países envolvidos, o relatório GEO Amazônia visa a servir como instrumento para a coordenação de políticas e ações por governos e de outros atores do desenvolvimento sustentável amazônico.

A publicação é o mais recente produto de projeto de avaliações ambientais integradas conduzido pelo Pnuma desde 2005, com base em sua metodologia GEO (de Global Environment Outlook).  As avaliações têm uma meta comum: produzir documentos cientificamente confiáveis sobre a interação entre o meio ambiente e a sociedade segundo diferentes recortes.

O processo GEO pode ser aplicado a diferentes espaços geográficos, sejam definidos por limites naturais - como biomas, ecorregiões e continentes - ou pelas sociedades - cidades, estados, países e regiões.

Participativa, multissetorial e multidisciplinar, a metodologia GEO adota o enfoque estado-pressão-impacto-resposta, seguido da projeção de cenários futuros e de propostas e recomendações.

Algumas perguntas orientam cada um desses quatro componentes do processo de análise: O que está ocorrendo com o meio ambiente?  (estado); Por que está ocorrendo?  (pressão); Qual é o impacto disto?  (impacto); Quais as políticas adotadas para solucionar os problemas ambientais?  (respostas); O que acontecerá no futuro se não atuarmos hoje?  (cenários futuros); e O que fazer para reverter os problemas atuais?  (propostas e recomendações).

Com base nessa análise integrada da realidade, o processo de desenvolvimento de cenários envolve a seleção do espaço temporal, a definição de temas, variáveis e indicadores a serem considerados, as análises das relações de causa-efeito e a construção de modelos matemáticos e/ou narrativos.

A projeção de cenários contribui para definir e embasar decisões de gestão ambiental e formulação de políticas.  No caso da Amazônia, o esforço é no sentido de se identificar as ações necessárias à reversão do padrão de destruição da floresta.

Participação multissetorial
O processo de publicação do GEO Amazônia envolveu a comunidade científica, tomadores de decisão nacionais e locais e organizações comunitárias dos oito países amazônicos.

A elaboração do documento foi iniciada em 2006, em Lima, no Peru.  Uma série de oficinas subsequentes foi realizada para, de posse da metodologia GEO e das informações já existentes na região, desenvolver e integrar a avaliação do meio ambiente da Bacia Amazônica.

Nessas oficinas, a metodologia do Pnuma foi adaptada para a Amazônia, sendo criados consensos sobre a área em estudo e identificados temas-chave, atores para participar do processo, fontes de informação e diretrizes para a elaboração de uma estratégia de impacto.

O GEO Amazônia contém sete capítulos: Amazônia: Território, Sociedade e Economia; Dinâmicas da Amazônia; A Amazônia Hoje; As Marcas da Degradação Ambiental; Respostas dos Atores à Situação Amazônica; O Futuro da Amazônia; e Linhas de Ação.

O capítulo que abre o relatório traça um primeiro panorama da região, revelando sua vasta heterogeneidade natural, social e cultural.  E ressalta um fato: não existe definição universal para a área amazônica.

Para empreender então a complexa tarefa de delimitá-la, o GEO Amazônia utilizou informação geoespacial  referente a critérios físicos (bacias hidrográficas, por exemplo), ecológicos (como cobertura florestal) e/ou de outro tipo (como político-administrativo) - para gerar um mapa composto da região: a Amazônia Maior (8.187.965 km2) e a Amazônia Menor (5.147.970 km2).

Os capítulos subsequentes da publicação abordam os contextos socioeconômicos e as dinâmicas sociodemográficas da região, traçam o seu status quo ambiental, enumeram os fatores que a impactam ambientalmente e citam os atores amazônicos e suas respectivas ações para conter a devastação.

O penúltimo capítulo oferece quatro possíveis cenários para a região: o otimista Amazônia Emergente e os preocupantes À Beira do Precipício, Luz e Sombra e Inferno Ex-Verde.  O último capítulo sugere diferentes linhas de ação para enfrentar os desafios impostos pela região.

Linhas de ação
Voltadas ao desenvolvimento sustentável da região, as linhas de ação propostas pelo GEO Amazônia resultam de uma avaliação ambiental integral e de um processo de consulta entre os oito países amazônicos.

Dentre as linhas de ação, estão a construção de uma visão ambiental amazônica integrada e a definição do papel da região no desenvolvimento nacional; a harmonização das políticas ambientais quanto aos temas de relevância regional; e a elaboração e implementação de instrumentos de gestão ambiental integrada e de estratégias regionais que viabilizem o aproveitamento sustentável do ecossistema amazônico.

Outras linhas de ação sugeridas são: a incorporação da gestão de riscos à agenda pública; o fortalecimento da base institucional ambiental amazônica e os esforços de geração e difusão de informação sobre meio ambiente na região; a promoção de estudos e ações de valorização econômica dos serviços ambientais amazônicos; e a criação de um sistema de monitoramento e avaliação dos impactos de políticas, programas e projetos.

 
 
Relatório da ONU revela que desmatamento na Amazônia leva à extinção de espécies - 18/02/2009

Local: São Paulo - SP
Fonte: Amazonia.org.br
Link: http://www.amazonia.org.br


Documento divulgado pelo Pnuma traz dados sobre a inviabilidade do modelo atual de exploração da floresta e suas conseqüências para a vida do bioma.

Flávio Bonanome

Segundo um relatório publicado nesta quarta-feira (18) pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), o desmatamento da Amazônia já provocou a extinção de pelo menos 26 espécies conhecidas de animais e plantas e colocou outras 644 em risco.  O documento foi divulgado durante o 24° encontro do Pnuma, que acontece em Nairóbi, Quênia até sexta-feira (20).

O balanço tem como foco o período entre 2000 e 2005 e leva em conta os dados do desmatamento e a demanda de mercado por produtos oriundos da floresta.  Segundo o estudo, só neste período, a floresta já perdeu cerca de 857 milhões de quilômetros quadrados (17% de sua vegetação original), uma área equivalente a 94% do território da Venezuela.

O Pnuma destaca no documento diversos diferentes fatores para o aumento do desmatamento, divididos em internos, desencadeados pelo próprio país que abriga a floresta, e externos, relativos a demais fatores ambientais.

Dentre os fatores internos, destaca-se o crescimento urbano da região amazônica.  Segundo o relatório em quatro dos nove países estudados, mais de 50% da população amazônica está alocada em áreas urbanas.  Além disso, o documento mostra que o crescimento das populações da região, em todos os países que abrigam a floresta, supera a média nacional de cada um dos Estados.

No quesito de fatores externos, o documento coloca o aquecimento global como principal causa para o desbalanceamento do regime de chuvas na região, prevendo uma savanização de 60% do território da floresta ainda para este século.

Questão Econômica Além dos dados relativos ao desmatamento e preservação da floresta, o relatório do Pnuma faz uma análise aprofundada dos fatores sócio econômicos de produção na região e como eles poderiam aliar-se com a conservação.  Segundo o documento, uma redução de 5% nas taxas de desmatamento durante 30 anos, poderia render até U$ 6,5 bilhões para os países que abrigam a floresta.

Focando nesta questão, o Pnuma ainda traz dados que revelam a inviabilidade da manutenção do atual sistema de exploração da floresta em desarmonia com a preservação de seus recursos.  A continuidade do atual sistema produtivo poderia representar a perda de 55% de toda a cobertura vegetal da Amazônia, sendo que 30% de área desmatada já seria suficiente para desorganizar de maneira fatal o regime de chuvas na região.

Finalmente, o relatório concentra sua parte conclusiva na sugestão de políticas e metodologias para combater o avanço dos dados criticados por ele mesmo.  Entre as medidas sugeridas está a melhoria das políticas governamentais com a alocação de mais recursos para o setor ambiental, o aumento da presença do Estado na região e a elaboração de uma legislação ambiental mais racional, cuja qual, segundo o relatório, exigiria plena participação da sociedade civil na construção.

O relatório completo você confere aqui.

3/16/2007

Vamos Salvar a TERRA

 
 
AINDA TEMOS TEMPO, VAMOS SALVAR NOSSO PLANETA !
 
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Que tal plantar uma árvore?
 
 
 
O clickarvore é um programa de reflorestamento com espécies nativas da Mata Atlântica pela Internet. Cada click corresponde ao plantio de uma árvore, custeado por empresas patrocinadoras.

Todos podem participar e é inteiramente gratuito.
 


Objetivos:
Apoiar iniciativas locais de recuperação de áreas, fornecendo mudas de árvores nativas e informações técnicas adequadas
· Fomentar a produção de mudas e a coleta de sementes florestais das espécies nativas da Mata Atlântica
· Apoiar a formação de corredores biológicos entre as diferentes ilhas de remanescentes florestais
· Apoiar a implementação de projetos efetivos de seqüestro de carbono
· Gerar empregos em viveiros florestais e propriedades rurais durante os plantios
· Promover educação ambiental


Participe!
 
 
 

A importância das árvores para o meio ambiente

 

A  árvore e importante para nós porque nos dá mais sombra e puxa a água para sustentar a planta. Da árvore se faz   papel , remédio, perfume e frutos. A árvore  ajuda a purificar o ar .Cuidar da  vida da árvore é muito importante, não desmatando só faz bem para todos, porque nem prejudica  você. O homem não obedece a natureza sempre fazendo tudo errado, se as árvores forem desmatadas e tiver incêndio matará os animais e prejudicará a terra.

O desmatamento é quando o homem derruba as árvores. As falta de  árvores contribui para o esgotamento da fonte de águas ou de outras coisa como a poluição  e a erosão , o desmatamento é causado também pelas queimadas que prejudica o ar, árvores e solo. 

 
 
 
 

Ozônio! – Que gás é esse que tanto falam?

 
buraco_camada_ozonio
 
O Ozônio é de composição molecular (O3), se forma quando as moléculas de oxigênio (O2), se rompem devido à radiação ultravioleta e os átomos separados combinam-se individualmente com outras moléculas de oxigênio. Sua coloração é azul pálida. Este gás é extremamente oxidante e reativo, sua ocorrência natural é feita na estratosfera, entre trinta e cinqüenta quilômetros de altitude.
No final do século XX foram constatadas formações e ampliações de buracos na camada de ozônio, principalmente sobre o Pólo Sul. Acredita-se que grande parte do aumento do buraco da camada de Ozônio ocorre devido ao uso desenfreado de produtos à base clorofluorcarbonos (CFCs) e hidrocarbonetos alifáticos halogenados, que liberam gases destruidores do Ozônio. E, graças á mistura do hidrogênio com o oxigênio e gotículas de água.

O buraco na camada de ozônio é um fenômeno que ocorre somente durante uma determinada época do ano, entre agosto e início de novembro (primavera no hemisfério sul).
Quando a temperatura se eleva na Antártica, em meados de novembro, a região ainda apresenta um nível abaixo do que seria considerado normal de ozônio.
No decorrer do mês, em função do gradual aumento de temperatura, o ar circundante à região onde se encontra o buraco inicia um movimento em direção ao centro da região de baixo nível do gás.
Desta forma, o deslocamento da massa de ar rica em ozônio (externa ao buraco) propicia o retorno aos níveis normais de ozonificação da alta atmosfera fechando assim o buraco.
A Organização Meteorológica Mundial (WMO) no seu relatório de 2006 prevê que a redução na emissão de CFCs, resultante do Protocolo de Montreal, resultará numa diminuição gradual do buraco de ozônio, com uma recuperação total por volta de 2065. No entanto, essa redução será mascarada por uma variabilidade anual devida à variabilidade da temperatura sobre a Antártica. Quando os sistemas meteorológicos de grande escala, que se formam na troposfera e sobem depois à estratosfera, são mais fracos, a estratosfera fica mais fria do que é habitual, o que causa um aumento do buraco na camada de ozônio. Quando eles são mais fracos (como em 2002), o buraco diminui.

Como se forma o Ozônio
O ar que nos rodeia contém aproximadamente 20% de Oxigênio. A molécula de oxigêno pode ser representada como O2, ou seja, dois átomos de Oxigênio quimicamente ligados. De forma simplista, é o Oxigênio molecular que respiramos e unido aos alimentos que nos dá energia. A molécula de ozônio é uma combinação molecular mais rara dos átomos de oxigênio, sendo representada como O3. Para sua criação é necessária uma certa quantidade de energia. Uma centelha elétrica, por exemplo.
Suponhamos que tenhamos um vazamento de alta tensão num determinado circuito elétrico hipotético (ou uma descarga atmosférica, outro exemplo). No momento da passagem do arco voltaico pelo ar temos uma liberação de energia. Logo:
O2 + energia -> O + O (O significado da flecha é: Transformado em)
Traduzindo: Uma molécula de Oxigênio energizada é transformada em dois átomos de Oxigênio livres.
Os átomos de Oxigênio livres na atmosfera são reativos quimicamente, logo deverão se combinar com moléculas próximas para se estabilizar.
Imaginemos que tenhamos adjacentes aos átomos livres de oxigênio moléculas de oxigênio e outras quaisquer. Chamemos as segundas deM (de molécula).
Logo teremos:
O + O2 + M -> O3 + M
Traduzindo: Um átomo livre de Oxigênio com uma molécula de Oxigênio e uma molécula qualquer são transformados em Ozônio e uma molécula qualquer.
Aquela molécula qualquer não é consumida pela reação, porém é necessária para que possa se realizar. Na verdade M é um catalisador, pode ser no caso da atmosfera da Terra o nitrogênio molecular (N2), onde M=N2, por exemplo.
Portanto, esta é uma das formas mais comuns de se produzir ozônio. Outras seriam fornos industriais, motores automotivos entre outros que produzem o gás. Na baixa atmosfera o ozônio é reativo e contribui para a poluição atmosférica industrial, sendo considerado um veneno.

O Fitoplâncton e a cadeia alimentar: As medições das populações desses organismos microscópicos sob o raio de ação do buraco da camada de ozônio demonstraram uma redução de 25% desde o começo do século XXI até o ano de 2003, nas águas marinhas antárticas. A morte destes microorganismos causa uma redução da capacidade dos oceanos em extrair o dióxido de carbono da atmosfera, contribuindo para o aquecimento global. Com a morte do fitoplâncton, o zooplâncton não sobrevive. Sem zooplâncton, o krill deixa de existir, diminuindo a população dos peixes dos oceanos e assim por diante. Logo, a ozonosfera é primordial para que haja vida no planeta Terra.

Fonte: Wikipédia
  
 
 
 
 

O Pulmão do Planeta Terra!

 

 Com 50% do total de espécies catalogadas no mundo, a Amazônia com sua biodiversidade recorde abriga 20 milhões de habitantes e é formada por vários estados brasileiros.
É uma grande pena o governo brasileiros não dar a atenção adequada para o potencial desta floresta tropical, que garante a estabilidade do clima mundial. Através de correntes de ventos vindos dos pólos sul e norte, a Amazônia faz a “troca” deste ar que é redistribuído para todo o planeta.

Uma ação de
Ciberativismo muito interessante do Greenpeace envia automaticamente um protesto ao presidente Lula tentando alertar nosso governo a defender os verdadeiros valores de nossa floresta.

Para participar é muito fácil, basta preencher
este breve cadastro e você estará ajudando de alguma forma essa floresta fantástica que é o pulmão do nosso planeta!

 

 


 
Amazônia
 
 
 
O nome Amazônia deriva de "amazonas", guerreiras da mitologia grega.
 
 
 

 
 
3 Videos s/CF2007
Assista, aposto que vc vai amar!
 
 
 Oração Campanha da Fraternidade 2007
 
Música da campanha da fraternidade 2007 do Colégio Santa Catarina de Sena
 
Garotada Missionária - Fraternidade e Amazônia
 
 

The Amazon Rainforest (Brazilian Portuguese:

Floresta Amazônica or Amazônia; Spanish: Selva Amazónica or Amazonía)

 is a moist broadleaf forest in the Amazon Basin of South America.

The area, also known as Amazonia or the Amazon Basin,

encompasses seven million square kilometers (1.2 billion acres),

though the forest itself occupies some 5.5 million square kilometers,

located within nine nations: Brazil (with 60 percent of the rainforest),

Colombia, Peru, Venezuela, Ecuador, Bolivia, Guyana, Suriname, and French Guiana.

 States or departments in four nations bear the name Amazonas after it.

The Amazon represents over half of the planet's remaining rainforests

and comprises the largest and most species-rich tract of tropical rainforest in the world.

 

The name Amazon is said to arise from a battle which Francisco de Orellana

had with a tribe of Tapuyas where the women of the

tribe fought alongside the men, as was the custom among

the entire tribe. Another theory credits the name to Orellana

mistaking indigenous men wearing "grass skirts" as women.

Orellana derived the name Amazonas from the ancient

Amazons of Asia and Africa described by Herodotus and Diodorus in Greek legends.

Wet tropical forests are the most species-rich biome, and tropical forests in the Americas are consistently more species rich than the wet forests in Africa and Asia.[1] As the largest tract of tropical rainforest in the Americas, the Amazonian rainforests have unparalleled biodiversity. More than 1/3 of all species in the world live in the Amazon Rainforest.

The region is home to about 2.5 million insect species, tens of thousands of plants,

and some 2000 birds and mammals.

To date, at least 40,000 plant species, 3,000 fish, 1,294 birds,

427 mammals, 428 amphibians, and 378 reptiles have been scientifically

classified in the region

. Scientists have described

between 96,660 and 128,843 invertebrate species in Brazil alone.

The diversity of plant species is the highest on earth with some experts

estimating that one square kilometre may contain over 75,000 types

of trees and 150,000 species of higher plants. One square kilometre of

Amazon rainforest can contain about 90,790 tonnes of living plants.

This constitutes the largest collection of living plants and animal species in the world.

One in five of all the birds in the world live in the rainforests of the Amazon.

To date, an estimated 438,000 species of plants of economic and social interest have been registered in the region with many more remaining to be discovered or catalogued.

 

Deforestation is the conversion of forested areas to non-forested areas. The main sources of deforestation in the Amazon are human settlement and development of the land.

Between 1991 and 2000, the total area of forest lost in the Amazon rose from 415,000 to 587,000 km², an area twice the size of Portugal, with most of the lost forest becoming pasture for cattle.

History of Deforestation in the Amazon

Prior to the early 1960’s, access to the Amazon was incredibly restricted and aside from partial clearing along rivers the forest remained basically intact.

The key point in deforestation of the Amazon was when the colonists established farms within the forest during the 1600s. Their farming system was based on crop cultivation and the slash and burn method. The colonists were

unable to successfully manage their fields and the crops due to the loss of soil fertility and weed invasion.

The soils in the Amazon are productive for just a short period of time, and the farmers are therefore constantly moving and clearing more and more land

 Amazonian colonization was ruled by cattle raising because ranching required little labor, generated decent profits, and awarded social status in the community. However the results of the farming lead to extensive deforestation and caused extensive environmental damage

 An estimated 30% of the deforestation is due to small farmers and the intensity within the area that they inhabit is greater than the area occupied by the medium and large ranchers who possess 89% of the Legal Amazon’s private land. This emphasizes the importance of using previously cleared land for agricultural use, rather the typical easiest political path of distributing still-forested areas

. In the Brazilian Amazon, the amount of small farmers versus large landholders changes frequently with economic and demographic pressures

Tiwa Amazonas EcoResort 

Osteoglossum bicirrhosum . Silver Arowana

 

 

BOTO COR DE ROSA

pink delfins

10/10/2006

VIDA

Comece agora!
 
Uma latinha reciclada ou aquele passeio de bicicleta no lugar do passeio de carro farão uma grande diferença.
Pense sempre que suas ações estarão garantindo que o sol continue a brilhar.
Que nossa água estará garantida por mais alguns anos e mais, muitas vidas dependem disso e a transformação está em nossas mãos!
 
A Amazônia continental é a última grande superfície contínua de florestas tropicais do planeta.

Com seus 7,9 milhões de Km², a Amazônia continental representa 5% da superfície terrestre do globo.

A Amazônia continental representa mais de 60% do que sobra das florestas tropicais do planeta Terra.

Oitenta países possuem florestas tropicais. O Brasil detém 1/3 das florestas tropicais que sobram no mundo.

A Bacia Amazônica representa 1/5 da água derramada no oceano por todos os rios do planeta. O rio Amazonas tem mais de 7 mil afluentes, e possui 25 mil Km de vias navegáveis.

A Bacia Amazônica cobre 3,89 milhões de Km² no território brasileiro, ou seja, 45% do país.

A Amazônia representa a maior biodiversidade do planeta. Ela abriga cerca de 25% das espécies vegetais e animais do mundo.

Existem mais espécies vegetais em 1 hectare de floresta do médio Amazonas que em todo o conjunto do território europeu.

Na Amazônia, o crescimento médio de uma árvore é seis vezes mais rápido do que uma árvore na Europa.

Existem aproximadamente 50.000 espécies de plantas das quais, 5.000 espécies de árvores tem diâmetro maior que 15cm (na América do Norte não existem mais do que 650)

Numa superfície de 100 hectares, botânicos identificaram 1.652 espécies vegetais das quais, 100 são totalmente novas para a ciência e das quais, 20 não foram nomeadas nem pela população local.

2/3 das espécies de lagartos da Amazônia só existem na Amazônia.

Existem 311 espécies de mamíferos na Amazônia, ou seja, 7% do total mundial.
Aproximadamente 1.000 espécies de pássaros, ou seja, 11% do total mundial (3º lugar no mundo).

A Bacia Amazônica é um santuário de peixes que agrupa 1.400 espécies identificadas, o que representa 25% das espécies de peixes do mundo.

 

Brasilien ist voller Gegensätze. ZDF-Korrespondent Carsten Thurau beschreibt die vielen Facetten dieses riesigen Landes, erzählt von Menschen mit ihren Träumen und Idealen und zeigt, wie unterschiedlich der Alltag der Brasilianer sein kann.

Brasilien - ein Land der Superlative: Auf der einen Seite gibt es die unendliche Natur, den Dschungel am Amazonas mit dem größten Regenwald der Erde und unzähligen Flüssen. Dann gibt es Megastädte wie Sao Paulo oder Rio de Janeiro, Millionenmetropolen am Rande des Verkehrsinfarkts, voller Hektik und Stress. Und so leben die Brasilianer auch sehr unterschiedlich in einem Alltag voller Kontraste.

Am Amazonas geht es ruhig zu. Der Fluss bestimmt das Leben. Einmal im Jahr treffen sich Tausende, um nicht weit von Manaus ein großes Fest zu feiern: den Dschungelkarneval von Parintins. Eine Jahrhunderte alte Tradition nach indianischen Mythen mit Kostümen und prunkvollen Motiven. Schöner als der Karneval von Rio, jedoch noch weitgehend unbekannt.

Das Naturphänomen der "Pororoca" ist eine riesige Flutwelle, die einmal im Jahr den Rio Mearim hinauf donnert: bis zu vier Meter hoch und Kilometer lang. Die besten Surfer Brasiliens haben die "Pororoca" für sich entdeckt.

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The Amazon

 

 

Covering an area larger than the entire continental United States and containing the largest tropical forest in the world, the Amazon River Basin harbors nearly one-third of the world’s species and contains nearly one-quarter of the earth’s fresh water. In addition to its wealth of discovered and undiscovered flora and fauna, the Amazon is home to many diverse traditional and indigenous human populations.

Location
The Conservancy’s Amazon Conservation Program spans six countries (
Bolivia, Brazil, Colombia, Ecuador, Peru, and Venezuela). Most of the Amazon Basin lies in Brazil where it comprises nearly 1.9 million square miles (5 million square kilometers).

Animals
In Serra do Divisor, just one of the Conservancy’s Amazon conservation action sites, more than one-half of all the animals considered threatened in the Brazilian Amazon live in the park. A Conservancy ecological assessment found 14 primate species, including 5 on the country’s endangered-species list. In addition, more than 450 bird species inhabit Serra do Divisor. The rain forest’s denizens include:

     • Black-girdled barbet
     • Hardy’s pygmy-owl
     • Rufous-necked puffbirds
     • Short-billed leaftossers
     • Pavonine quetzals

Why the Conservancy Works Here
The Amazon is the most biodiverse place on Earth.  It harbors incredible wildlife and numerous indigenous cultures that maintain little or no contact with the outside world.  The Amazon also plays a key role in regional and global carbon cycles and climate.

What the Conservancy Is Doing

Indigenous Areas
Indigenous lands comprise more than 20% of the entire
Amazon Basin, and area four times larger than Germany. There are more than 300 different indigenous groups in the Amazon Basin. After decades of struggle, indigenous peoples have recently gained legal title to their ancestral lands. The Conservancy is helping them responsibly manage and protect these new areas in their charge. This includes providing institutional support in training and public policy outreach to COIAB (Coordination of Indigenous Organizations of the Brazilian Amazon), the largest representative indigenous organization in the Brazilian Amazon. A key activity being carried out in all indigenous areas where the Conservancy works is ethnomapping, an innovative tool that is the first step towards conservation planning and natural resource management in indigenous reserves. Conservation action sites include:

· Oiapoque
Since 2001, the Nature Conservancy has been working in community-based natural resource management and planning in the Oiapoque region, located in the far northeastern corner of the Amazon in Amapá state. This region is comprised of three contiguous indigenous areas of high conservation value, boasting diverse ecosystems like upland tropical rain forests, flooded forests, savannas and mangroves. Managing these lands is a challenge as the region faces threats like infrastructure development, unsustainable use of animals and plants, and invasions from predatory loggers and poachers. Conservation activities include training indigenous environmental agents; community forest management for andiroba oil; bee, turtle and cayman management; and institutional strengthening to the local indigenous association.
 

· Roraima
Target conservation areas in the indigenous lands of Roraima state along the Venezuelan border contain ecosystems like rain forests, savannas, and high-altitude forests where one of
Brazil’s highest mountain chains is located. In the savannas, aside from many archaeological sights, it is possible to also find rare wild horse populations. The Conservancy is supporting institutional development of local indigenous associations and aiding them with technical assistance in sustainable land-use planning.
 

· Serra do Divisor
Serra do
Divisor National Park envelops a swath of Amazon rainforest that rises to the ridge of the Serra do Divisor mountain range along the Brazilian-Peruvian border. The two million acre (809,000 hectare) park contains ten unique forest types. The Conservancy and local partners work with local communities in the park and surrounding mosaic of extractive and indigenous reserves in natural resource monitoring and management. In the indigenous areas, the Conservancy collaborates with indigenous groups to abate threats on their lands, particularly illegal logging.  Similar work is being done with Peruvian partners to mobilize conservation on the Peruvian side of the range..


Responsible Agriculture and Threat Abatement

·     Green Highways
The ecological damage and unsustainable development associated with roads in the Amazon is high. As part of the Green Highways Consortium, the Conservancy is helping address environmental threats posed by roads and promote sustainable growth along three of the Brazilian Amazon’s principal highway corridors. In the
Trans-Amazon Highway and Upper Xingu regions, the Conservancy is conducting pilot studies of how small farmers and ranchers can enter into local and international carbon compensation mechanisms by reforesting parts of their land..
 

Responsible Soy
In a region of the Brazilian Amazon known for its lush rain forest, white-sand river beaches, and pink dolphins, large-scale farming threatens the rainforest. In response to this threat, the Conservancy is working with soy farmers on a pilot project for environmental compliance with the goal of slowing rainforest conversion caused by large-scale farming.  Learn more about Responsible Soy

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AMAZÔNIA

 
 
um dos mais preciosos patrimônios ecológicos do planeta
 
Quem nunca ouviu falar da maior reserva biológica do mundo?
Ela mesmo, a Amazônia - um dos mais preciosos patrimônios ecológicos do planeta.
A floresta amazônica é um grande bioma, composto por diversos ecossistemas (sistema que inclui os seres vivos e o ambiente). 65 % de toda a área amazônica é composta pela floresta tropical úmida de terra firme, sendo que o restante é constituído por matas de cipó, campinas, matas secas, igapós, manguezais, matas de várzeas, cerrados, campos de terra firme, campos de várzeas e matas de bambu.
Toda a rede de rios, córregos, cachoeiras, lagos, igarapés e represas constituem os ecossistemas aquáticos da Amazônia.
Você sabia que a bacia amazônica é um dos locais mais chuvosos do planeta?
É isso, mesmo! Durante os meses de chuvas, a partir de dezembro, as águas sobem em média 10 metros, podendo atingir 18 metros em algumas áreas.
Isto significa que durante metade do tempo grande parte da planície amazônica fica submersa, caracterizando a maior área de floresta inundada do planeta, cobrindo uma área de 700 mil Km2.
Mas esta riqueza está sendo destruída pela exploração predatória (destrutiva) de madeira.
Segundo dados do governo brasileiro, cerca de 80% da madeira extraída da Amazônia é ilegal.
É dever de todos nós proteger a Amazônia, a cultura de seus povos, sua flora e os animais que ali vivem antes que seja muito tarde. Sem entrar em querelas inúteis, longe de qualquer concepção de soberania nacional, a Amazônia é patrimônio sim de toda a humanidade, assim como as estepes russas, a Antártica, os sítios arqueológicos egípcios, o museu do Louvre…. Como afirmou o cacique Seattel, em 1855, em carta ao presidente Grant, “a terra não nos pertence… nós é que pertencemos a ela!”