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    3/16/2007

    Vamos Salvar a TERRA

     
     
    AINDA TEMOS TEMPO, VAMOS SALVAR NOSSO PLANETA !
     
     maos_terra
     
     
     
    Que tal plantar uma árvore?
     
     
     
    O clickarvore é um programa de reflorestamento com espécies nativas da Mata Atlântica pela Internet. Cada click corresponde ao plantio de uma árvore, custeado por empresas patrocinadoras.

    Todos podem participar e é inteiramente gratuito.
     


    Objetivos:
    Apoiar iniciativas locais de recuperação de áreas, fornecendo mudas de árvores nativas e informações técnicas adequadas
    · Fomentar a produção de mudas e a coleta de sementes florestais das espécies nativas da Mata Atlântica
    · Apoiar a formação de corredores biológicos entre as diferentes ilhas de remanescentes florestais
    · Apoiar a implementação de projetos efetivos de seqüestro de carbono
    · Gerar empregos em viveiros florestais e propriedades rurais durante os plantios
    · Promover educação ambiental


    Participe!
     
     
     

    A importância das árvores para o meio ambiente

     

    A  árvore e importante para nós porque nos dá mais sombra e puxa a água para sustentar a planta. Da árvore se faz   papel , remédio, perfume e frutos. A árvore  ajuda a purificar o ar .Cuidar da  vida da árvore é muito importante, não desmatando só faz bem para todos, porque nem prejudica  você. O homem não obedece a natureza sempre fazendo tudo errado, se as árvores forem desmatadas e tiver incêndio matará os animais e prejudicará a terra.

    O desmatamento é quando o homem derruba as árvores. As falta de  árvores contribui para o esgotamento da fonte de águas ou de outras coisa como a poluição  e a erosão , o desmatamento é causado também pelas queimadas que prejudica o ar, árvores e solo. 

     
     
     
     

    Ozônio! – Que gás é esse que tanto falam?

     
    buraco_camada_ozonio
     
    O Ozônio é de composição molecular (O3), se forma quando as moléculas de oxigênio (O2), se rompem devido à radiação ultravioleta e os átomos separados combinam-se individualmente com outras moléculas de oxigênio. Sua coloração é azul pálida. Este gás é extremamente oxidante e reativo, sua ocorrência natural é feita na estratosfera, entre trinta e cinqüenta quilômetros de altitude.
    No final do século XX foram constatadas formações e ampliações de buracos na camada de ozônio, principalmente sobre o Pólo Sul. Acredita-se que grande parte do aumento do buraco da camada de Ozônio ocorre devido ao uso desenfreado de produtos à base clorofluorcarbonos (CFCs) e hidrocarbonetos alifáticos halogenados, que liberam gases destruidores do Ozônio. E, graças á mistura do hidrogênio com o oxigênio e gotículas de água.

    O buraco na camada de ozônio é um fenômeno que ocorre somente durante uma determinada época do ano, entre agosto e início de novembro (primavera no hemisfério sul).
    Quando a temperatura se eleva na Antártica, em meados de novembro, a região ainda apresenta um nível abaixo do que seria considerado normal de ozônio.
    No decorrer do mês, em função do gradual aumento de temperatura, o ar circundante à região onde se encontra o buraco inicia um movimento em direção ao centro da região de baixo nível do gás.
    Desta forma, o deslocamento da massa de ar rica em ozônio (externa ao buraco) propicia o retorno aos níveis normais de ozonificação da alta atmosfera fechando assim o buraco.
    A Organização Meteorológica Mundial (WMO) no seu relatório de 2006 prevê que a redução na emissão de CFCs, resultante do Protocolo de Montreal, resultará numa diminuição gradual do buraco de ozônio, com uma recuperação total por volta de 2065. No entanto, essa redução será mascarada por uma variabilidade anual devida à variabilidade da temperatura sobre a Antártica. Quando os sistemas meteorológicos de grande escala, que se formam na troposfera e sobem depois à estratosfera, são mais fracos, a estratosfera fica mais fria do que é habitual, o que causa um aumento do buraco na camada de ozônio. Quando eles são mais fracos (como em 2002), o buraco diminui.

    Como se forma o Ozônio
    O ar que nos rodeia contém aproximadamente 20% de Oxigênio. A molécula de oxigêno pode ser representada como O2, ou seja, dois átomos de Oxigênio quimicamente ligados. De forma simplista, é o Oxigênio molecular que respiramos e unido aos alimentos que nos dá energia. A molécula de ozônio é uma combinação molecular mais rara dos átomos de oxigênio, sendo representada como O3. Para sua criação é necessária uma certa quantidade de energia. Uma centelha elétrica, por exemplo.
    Suponhamos que tenhamos um vazamento de alta tensão num determinado circuito elétrico hipotético (ou uma descarga atmosférica, outro exemplo). No momento da passagem do arco voltaico pelo ar temos uma liberação de energia. Logo:
    O2 + energia -> O + O (O significado da flecha é: Transformado em)
    Traduzindo: Uma molécula de Oxigênio energizada é transformada em dois átomos de Oxigênio livres.
    Os átomos de Oxigênio livres na atmosfera são reativos quimicamente, logo deverão se combinar com moléculas próximas para se estabilizar.
    Imaginemos que tenhamos adjacentes aos átomos livres de oxigênio moléculas de oxigênio e outras quaisquer. Chamemos as segundas deM (de molécula).
    Logo teremos:
    O + O2 + M -> O3 + M
    Traduzindo: Um átomo livre de Oxigênio com uma molécula de Oxigênio e uma molécula qualquer são transformados em Ozônio e uma molécula qualquer.
    Aquela molécula qualquer não é consumida pela reação, porém é necessária para que possa se realizar. Na verdade M é um catalisador, pode ser no caso da atmosfera da Terra o nitrogênio molecular (N2), onde M=N2, por exemplo.
    Portanto, esta é uma das formas mais comuns de se produzir ozônio. Outras seriam fornos industriais, motores automotivos entre outros que produzem o gás. Na baixa atmosfera o ozônio é reativo e contribui para a poluição atmosférica industrial, sendo considerado um veneno.

    O Fitoplâncton e a cadeia alimentar: As medições das populações desses organismos microscópicos sob o raio de ação do buraco da camada de ozônio demonstraram uma redução de 25% desde o começo do século XXI até o ano de 2003, nas águas marinhas antárticas. A morte destes microorganismos causa uma redução da capacidade dos oceanos em extrair o dióxido de carbono da atmosfera, contribuindo para o aquecimento global. Com a morte do fitoplâncton, o zooplâncton não sobrevive. Sem zooplâncton, o krill deixa de existir, diminuindo a população dos peixes dos oceanos e assim por diante. Logo, a ozonosfera é primordial para que haja vida no planeta Terra.

    Fonte: Wikipédia
      
     
     
     
     

    O Pulmão do Planeta Terra!

     

     Com 50% do total de espécies catalogadas no mundo, a Amazônia com sua biodiversidade recorde abriga 20 milhões de habitantes e é formada por vários estados brasileiros.
    É uma grande pena o governo brasileiros não dar a atenção adequada para o potencial desta floresta tropical, que garante a estabilidade do clima mundial. Através de correntes de ventos vindos dos pólos sul e norte, a Amazônia faz a “troca” deste ar que é redistribuído para todo o planeta.

    Uma ação de
    Ciberativismo muito interessante do Greenpeace envia automaticamente um protesto ao presidente Lula tentando alertar nosso governo a defender os verdadeiros valores de nossa floresta.

    Para participar é muito fácil, basta preencher
    este breve cadastro e você estará ajudando de alguma forma essa floresta fantástica que é o pulmão do nosso planeta!

     

     


     
    Amazônia
     
     
     
    O nome Amazônia deriva de "amazonas", guerreiras da mitologia grega.
     
     
     

     
     
    3 Videos s/CF2007
    Assista, aposto que vc vai amar!
     
     
     Oração Campanha da Fraternidade 2007
     
    Música da campanha da fraternidade 2007 do Colégio Santa Catarina de Sena
     
    Garotada Missionária - Fraternidade e Amazônia
     
     

    The Amazon Rainforest (Brazilian Portuguese:

    Floresta Amazônica or Amazônia; Spanish: Selva Amazónica or Amazonía)

     is a moist broadleaf forest in the Amazon Basin of South America.

    The area, also known as Amazonia or the Amazon Basin,

    encompasses seven million square kilometers (1.2 billion acres),

    though the forest itself occupies some 5.5 million square kilometers,

    located within nine nations: Brazil (with 60 percent of the rainforest),

    Colombia, Peru, Venezuela, Ecuador, Bolivia, Guyana, Suriname, and French Guiana.

     States or departments in four nations bear the name Amazonas after it.

    The Amazon represents over half of the planet's remaining rainforests

    and comprises the largest and most species-rich tract of tropical rainforest in the world.

     

    The name Amazon is said to arise from a battle which Francisco de Orellana

    had with a tribe of Tapuyas where the women of the

    tribe fought alongside the men, as was the custom among

    the entire tribe. Another theory credits the name to Orellana

    mistaking indigenous men wearing "grass skirts" as women.

    Orellana derived the name Amazonas from the ancient

    Amazons of Asia and Africa described by Herodotus and Diodorus in Greek legends.

    Wet tropical forests are the most species-rich biome, and tropical forests in the Americas are consistently more species rich than the wet forests in Africa and Asia.[1] As the largest tract of tropical rainforest in the Americas, the Amazonian rainforests have unparalleled biodiversity. More than 1/3 of all species in the world live in the Amazon Rainforest.

    The region is home to about 2.5 million insect species, tens of thousands of plants,

    and some 2000 birds and mammals.

    To date, at least 40,000 plant species, 3,000 fish, 1,294 birds,

    427 mammals, 428 amphibians, and 378 reptiles have been scientifically

    classified in the region

    . Scientists have described

    between 96,660 and 128,843 invertebrate species in Brazil alone.

    The diversity of plant species is the highest on earth with some experts

    estimating that one square kilometre may contain over 75,000 types

    of trees and 150,000 species of higher plants. One square kilometre of

    Amazon rainforest can contain about 90,790 tonnes of living plants.

    This constitutes the largest collection of living plants and animal species in the world.

    One in five of all the birds in the world live in the rainforests of the Amazon.

    To date, an estimated 438,000 species of plants of economic and social interest have been registered in the region with many more remaining to be discovered or catalogued.

     

    Deforestation is the conversion of forested areas to non-forested areas. The main sources of deforestation in the Amazon are human settlement and development of the land.

    Between 1991 and 2000, the total area of forest lost in the Amazon rose from 415,000 to 587,000 km², an area twice the size of Portugal, with most of the lost forest becoming pasture for cattle.

    History of Deforestation in the Amazon

    Prior to the early 1960’s, access to the Amazon was incredibly restricted and aside from partial clearing along rivers the forest remained basically intact.

    The key point in deforestation of the Amazon was when the colonists established farms within the forest during the 1600s. Their farming system was based on crop cultivation and the slash and burn method. The colonists were

    unable to successfully manage their fields and the crops due to the loss of soil fertility and weed invasion.

    The soils in the Amazon are productive for just a short period of time, and the farmers are therefore constantly moving and clearing more and more land

     Amazonian colonization was ruled by cattle raising because ranching required little labor, generated decent profits, and awarded social status in the community. However the results of the farming lead to extensive deforestation and caused extensive environmental damage

     An estimated 30% of the deforestation is due to small farmers and the intensity within the area that they inhabit is greater than the area occupied by the medium and large ranchers who possess 89% of the Legal Amazon’s private land. This emphasizes the importance of using previously cleared land for agricultural use, rather the typical easiest political path of distributing still-forested areas

    . In the Brazilian Amazon, the amount of small farmers versus large landholders changes frequently with economic and demographic pressures

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