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2/20/2009 desmatamento na Amazônia![]() Amazon rainforest in big trouble, says UN - 02/19/2009
Economic development could doom the Amazon warns a comprehensive new report from the United Nations Environment Programme (UNEP). The report — titled GEO Amazonia [PDF-21.3MB | ZIP] — is largely a synthesis of previously published research, drawing upon studies by more than 150 experts in the eight countries that share the Amazon. GEO Amazonia notes that by 2005, accumulated deforestation in Amazonia was 857,666 square kilometers or 17 percent of the region's original forest cover. Most of the loss has been driven by conversion for cattle pasture, but industrial agriculture and plantations have become increasingly important forms of land use in the region, especially in the Brazilian Amazon. Development has been facilitated by government policies that promote colonization of forest lands as well as infrastructure projects — including a 10-fold increase in roads in the Brazilian Amazon between 1975 and 2005. Click image for legend and to enlarge The report warns that deforestation, degradation, and fragmentation are already having ecological impacts, including air pollution, increased incidence of fire, and reduced availability of water and forest resources in some areas. It says that lack of coordinated management has made it difficult to address these problems. The report devotes an extensive section to the future of Amazonia, including the potential impact of climate change. It appears to rely heavily on a series of studies led by Daniel Nepstad, an ecologist formerly of the Woods Hole Research Institute but now with the Moore Foundation. Nepstad has warned that the interacting impacts of deforestation and climate change could destroy half the Amazon within 20 years. "Climate change is putting pressure on the Amazonian ecosystems making them more vulnerable," UNEP said in a statement. To avoid the worst outcomes from forest loss and climate change, the report calls for Amazon nations to develop a "unified Amazonian environmental vision" and define the region's role in development. "Countries sharing this rich yet fragile ecosystem have recently developed strategies for conservation and sustainable development, but they have yet to develop a unified Amazonian environmental vision," write Achim Steiner, United Nations Under-Secretary General and UNEP Executive Director, and Francisco J. Ruiz, Acting Secretary General of the Amazon Cooperation Treaty Organization in the forward of the report. ![]() Minc destaca ações do governo brasileiro contra o desmatamento na Amazônia - 19/02/2009
Local: Brasília - DF Fonte: MMA - Ministério do Meio Ambiente Link: http://www.mma.gov.br Ao participar em Nairobi, no Quênia, do lançamento do estudo GEO Amazônia: Perspectivas do Meio Ambiente na Amazônia (Environment Outlook in the Amazonia - GEO Amazonia), o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, defendeu as ações do governo federal em prol da preservação da Floresta Amazônica na região brasileira, que redundaram na queda do desmatamento nos últimos três anos. Uma iniciativa do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), o GEO Amazônia foi lançado no Fórum Global de Ministros de Meio Ambiente, promovido durante a 25ª sessão do Conselho de Administração do Pnuma, que ocorre na sede desse organismo até sexta-feira (20/2), com a participação de cerca de cem ministros de várias partes do mundo. Apesar de reconhecer os esforços que vêm sendo realizados por governos dos países da região para lidar com os problemas ambientais, como em ações para o desenvolvimento de instrumentos nacionais de planejamento e manejo da Floresta Amazônica, o GEO Amazônia ressalta o avanço da degradação na região compartilhada pela Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela. Segundo os dados coletados pelo estudo até 2005, ao longo da história a Floresta Amazônica nesses oito países já havia perdido, com o desmatamento, cerca de 17% de sua área verde original. Isso equivale a uma área acumulada de 857.666 km2 de perda florestal, que, a título de comparação, equivalem a 94% do território da Venezuela. O ministro do Meio Ambiente do Brasil ressaltou ações pela preservação da floresta, como o incremento do combate aos crimes ambientas e o incentivo a práticas de uso sustentável do verde, como a adoção de preços mínimos para a venda de produtos extrativistas e a constituição, pelo presidente Lula, do Fundo Amazônia, que já conta com US$ 150 milhões doados pelo governo da Noruega. Minc lembrou que 20% do Fundo Amazônia podem ser aplicados em iniciativas de preservação da floresta nos outros países da região. "Os dados do GEO Amazônia só vão até 2005. Portanto, não contemplam a queda do desmatamento nos últimos três anos", destacou Minc, lembrando que, nos oito últimos meses de 2008 houve uma queda de 40% do desmatamento em relação ao mesmo período de 2007. Avaliação ambiental A publicação é o mais recente produto de projeto de avaliações ambientais integradas conduzido pelo Pnuma desde 2005, com base em sua metodologia GEO (de Global Environment Outlook). As avaliações têm uma meta comum: produzir documentos cientificamente confiáveis sobre a interação entre o meio ambiente e a sociedade segundo diferentes recortes. O processo GEO pode ser aplicado a diferentes espaços geográficos, sejam definidos por limites naturais - como biomas, ecorregiões e continentes - ou pelas sociedades - cidades, estados, países e regiões. Participativa, multissetorial e multidisciplinar, a metodologia GEO adota o enfoque estado-pressão-impacto-resposta, seguido da projeção de cenários futuros e de propostas e recomendações. Algumas perguntas orientam cada um desses quatro componentes do processo de análise: O que está ocorrendo com o meio ambiente? (estado); Por que está ocorrendo? (pressão); Qual é o impacto disto? (impacto); Quais as políticas adotadas para solucionar os problemas ambientais? (respostas); O que acontecerá no futuro se não atuarmos hoje? (cenários futuros); e O que fazer para reverter os problemas atuais? (propostas e recomendações). Com base nessa análise integrada da realidade, o processo de desenvolvimento de cenários envolve a seleção do espaço temporal, a definição de temas, variáveis e indicadores a serem considerados, as análises das relações de causa-efeito e a construção de modelos matemáticos e/ou narrativos. A projeção de cenários contribui para definir e embasar decisões de gestão ambiental e formulação de políticas. No caso da Amazônia, o esforço é no sentido de se identificar as ações necessárias à reversão do padrão de destruição da floresta. Participação multissetorial A elaboração do documento foi iniciada em 2006, em Lima, no Peru. Uma série de oficinas subsequentes foi realizada para, de posse da metodologia GEO e das informações já existentes na região, desenvolver e integrar a avaliação do meio ambiente da Bacia Amazônica. Nessas oficinas, a metodologia do Pnuma foi adaptada para a Amazônia, sendo criados consensos sobre a área em estudo e identificados temas-chave, atores para participar do processo, fontes de informação e diretrizes para a elaboração de uma estratégia de impacto. O GEO Amazônia contém sete capítulos: Amazônia: Território, Sociedade e Economia; Dinâmicas da Amazônia; A Amazônia Hoje; As Marcas da Degradação Ambiental; Respostas dos Atores à Situação Amazônica; O Futuro da Amazônia; e Linhas de Ação. O capítulo que abre o relatório traça um primeiro panorama da região, revelando sua vasta heterogeneidade natural, social e cultural. E ressalta um fato: não existe definição universal para a área amazônica. Para empreender então a complexa tarefa de delimitá-la, o GEO Amazônia utilizou informação geoespacial referente a critérios físicos (bacias hidrográficas, por exemplo), ecológicos (como cobertura florestal) e/ou de outro tipo (como político-administrativo) - para gerar um mapa composto da região: a Amazônia Maior (8.187.965 km2) e a Amazônia Menor (5.147.970 km2). Os capítulos subsequentes da publicação abordam os contextos socioeconômicos e as dinâmicas sociodemográficas da região, traçam o seu status quo ambiental, enumeram os fatores que a impactam ambientalmente e citam os atores amazônicos e suas respectivas ações para conter a devastação. O penúltimo capítulo oferece quatro possíveis cenários para a região: o otimista Amazônia Emergente e os preocupantes À Beira do Precipício, Luz e Sombra e Inferno Ex-Verde. O último capítulo sugere diferentes linhas de ação para enfrentar os desafios impostos pela região. Linhas de ação Dentre as linhas de ação, estão a construção de uma visão ambiental amazônica integrada e a definição do papel da região no desenvolvimento nacional; a harmonização das políticas ambientais quanto aos temas de relevância regional; e a elaboração e implementação de instrumentos de gestão ambiental integrada e de estratégias regionais que viabilizem o aproveitamento sustentável do ecossistema amazônico. Outras linhas de ação sugeridas são: a incorporação da gestão de riscos à agenda pública; o fortalecimento da base institucional ambiental amazônica e os esforços de geração e difusão de informação sobre meio ambiente na região; a promoção de estudos e ações de valorização econômica dos serviços ambientais amazônicos; e a criação de um sistema de monitoramento e avaliação dos impactos de políticas, programas e projetos. Relatório da ONU revela que desmatamento na Amazônia leva à extinção de espécies - 18/02/2009 Local: São Paulo - SP Fonte: Amazonia.org.br Link: http://www.amazonia.org.br Documento divulgado pelo Pnuma traz dados sobre a inviabilidade do modelo atual de exploração da floresta e suas conseqüências para a vida do bioma. Flávio Bonanome Segundo um relatório publicado nesta quarta-feira (18) pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), o desmatamento da Amazônia já provocou a extinção de pelo menos 26 espécies conhecidas de animais e plantas e colocou outras 644 em risco. O documento foi divulgado durante o 24° encontro do Pnuma, que acontece em Nairóbi, Quênia até sexta-feira (20). O balanço tem como foco o período entre 2000 e 2005 e leva em conta os dados do desmatamento e a demanda de mercado por produtos oriundos da floresta. Segundo o estudo, só neste período, a floresta já perdeu cerca de 857 milhões de quilômetros quadrados (17% de sua vegetação original), uma área equivalente a 94% do território da Venezuela. O Pnuma destaca no documento diversos diferentes fatores para o aumento do desmatamento, divididos em internos, desencadeados pelo próprio país que abriga a floresta, e externos, relativos a demais fatores ambientais. Dentre os fatores internos, destaca-se o crescimento urbano da região amazônica. Segundo o relatório em quatro dos nove países estudados, mais de 50% da população amazônica está alocada em áreas urbanas. Além disso, o documento mostra que o crescimento das populações da região, em todos os países que abrigam a floresta, supera a média nacional de cada um dos Estados. No quesito de fatores externos, o documento coloca o aquecimento global como principal causa para o desbalanceamento do regime de chuvas na região, prevendo uma savanização de 60% do território da floresta ainda para este século. Questão Econômica Além dos dados relativos ao desmatamento e preservação da floresta, o relatório do Pnuma faz uma análise aprofundada dos fatores sócio econômicos de produção na região e como eles poderiam aliar-se com a conservação. Segundo o documento, uma redução de 5% nas taxas de desmatamento durante 30 anos, poderia render até U$ 6,5 bilhões para os países que abrigam a floresta. Focando nesta questão, o Pnuma ainda traz dados que revelam a inviabilidade da manutenção do atual sistema de exploração da floresta em desarmonia com a preservação de seus recursos. A continuidade do atual sistema produtivo poderia representar a perda de 55% de toda a cobertura vegetal da Amazônia, sendo que 30% de área desmatada já seria suficiente para desorganizar de maneira fatal o regime de chuvas na região. Finalmente, o relatório concentra sua parte conclusiva na sugestão de políticas e metodologias para combater o avanço dos dados criticados por ele mesmo. Entre as medidas sugeridas está a melhoria das políticas governamentais com a alocação de mais recursos para o setor ambiental, o aumento da presença do Estado na região e a elaboração de uma legislação ambiental mais racional, cuja qual, segundo o relatório, exigiria plena participação da sociedade civil na construção. 3/16/2007 Vamos Salvar a TERRAAINDA TEMOS TEMPO, VAMOS SALVAR NOSSO PLANETA !
Que tal plantar uma árvore?
![]() O clickarvore é um programa de reflorestamento com espécies nativas da Mata Atlântica pela Internet. Cada click corresponde ao plantio de uma árvore, custeado por empresas patrocinadoras.
Todos podem participar e é inteiramente gratuito. ![]() Objetivos: Apoiar iniciativas locais de recuperação de áreas, fornecendo mudas de árvores nativas e informações técnicas adequadas · Fomentar a produção de mudas e a coleta de sementes florestais das espécies nativas da Mata Atlântica · Apoiar a formação de corredores biológicos entre as diferentes ilhas de remanescentes florestais · Apoiar a implementação de projetos efetivos de seqüestro de carbono · Gerar empregos em viveiros florestais e propriedades rurais durante os plantios · Promover educação ambiental Participe! ![]() A importância das árvores para o meio ambiente
A árvore e importante para nós porque nos dá mais sombra e puxa a água para sustentar a planta. Da árvore se faz papel , remédio, perfume e frutos. A árvore ajuda a purificar o ar .Cuidar da vida da árvore é muito importante, não desmatando só faz bem para todos, porque nem prejudica você. O homem não obedece a natureza sempre fazendo tudo errado, se as árvores forem desmatadas e tiver incêndio matará os animais e prejudicará a terra.
O desmatamento é quando o homem derruba as árvores. As falta de árvores contribui para o esgotamento da fonte de águas ou de outras coisa como a poluição e a erosão , o desmatamento é causado também pelas queimadas que prejudica o ar, árvores e solo. ![]() Ozônio! – Que gás é esse que tanto falam?O Ozônio é de composição molecular (O3), se forma quando as moléculas de oxigênio (O2), se rompem devido à radiação ultravioleta e os átomos separados combinam-se individualmente com outras moléculas de oxigênio. Sua coloração é azul pálida. Este gás é extremamente oxidante e reativo, sua ocorrência natural é feita na estratosfera, entre trinta e cinqüenta quilômetros de altitude.
No final do século XX foram constatadas formações e ampliações de buracos na camada de ozônio, principalmente sobre o Pólo Sul. Acredita-se que grande parte do aumento do buraco da camada de Ozônio ocorre devido ao uso desenfreado de produtos à base clorofluorcarbonos (CFCs) e hidrocarbonetos alifáticos halogenados, que liberam gases destruidores do Ozônio. E, graças á mistura do hidrogênio com o oxigênio e gotículas de água. O buraco na camada de ozônio é um fenômeno que ocorre somente durante uma determinada época do ano, entre agosto e início de novembro (primavera no hemisfério sul). Quando a temperatura se eleva na Antártica, em meados de novembro, a região ainda apresenta um nível abaixo do que seria considerado normal de ozônio. No decorrer do mês, em função do gradual aumento de temperatura, o ar circundante à região onde se encontra o buraco inicia um movimento em direção ao centro da região de baixo nível do gás. Desta forma, o deslocamento da massa de ar rica em ozônio (externa ao buraco) propicia o retorno aos níveis normais de ozonificação da alta atmosfera fechando assim o buraco. A Organização Meteorológica Mundial (WMO) no seu relatório de 2006 prevê que a redução na emissão de CFCs, resultante do Protocolo de Montreal, resultará numa diminuição gradual do buraco de ozônio, com uma recuperação total por volta de 2065. No entanto, essa redução será mascarada por uma variabilidade anual devida à variabilidade da temperatura sobre a Antártica. Quando os sistemas meteorológicos de grande escala, que se formam na troposfera e sobem depois à estratosfera, são mais fracos, a estratosfera fica mais fria do que é habitual, o que causa um aumento do buraco na camada de ozônio. Quando eles são mais fracos (como em 2002), o buraco diminui. Como se forma o Ozônio O ar que nos rodeia contém aproximadamente 20% de Oxigênio. A molécula de oxigêno pode ser representada como O2, ou seja, dois átomos de Oxigênio quimicamente ligados. De forma simplista, é o Oxigênio molecular que respiramos e unido aos alimentos que nos dá energia. A molécula de ozônio é uma combinação molecular mais rara dos átomos de oxigênio, sendo representada como O3. Para sua criação é necessária uma certa quantidade de energia. Uma centelha elétrica, por exemplo. Suponhamos que tenhamos um vazamento de alta tensão num determinado circuito elétrico hipotético (ou uma descarga atmosférica, outro exemplo). No momento da passagem do arco voltaico pelo ar temos uma liberação de energia. Logo: O2 + energia -> O + O (O significado da flecha é: Transformado em) Traduzindo: Uma molécula de Oxigênio energizada é transformada em dois átomos de Oxigênio livres. Os átomos de Oxigênio livres na atmosfera são reativos quimicamente, logo deverão se combinar com moléculas próximas para se estabilizar. Imaginemos que tenhamos adjacentes aos átomos livres de oxigênio moléculas de oxigênio e outras quaisquer. Chamemos as segundas deM (de molécula). Logo teremos: O + O2 + M -> O3 + M Traduzindo: Um átomo livre de Oxigênio com uma molécula de Oxigênio e uma molécula qualquer são transformados em Ozônio e uma molécula qualquer. Aquela molécula qualquer não é consumida pela reação, porém é necessária para que possa se realizar. Na verdade M é um catalisador, pode ser no caso da atmosfera da Terra o nitrogênio molecular (N2), onde M=N2, por exemplo. Portanto, esta é uma das formas mais comuns de se produzir ozônio. Outras seriam fornos industriais, motores automotivos entre outros que produzem o gás. Na baixa atmosfera o ozônio é reativo e contribui para a poluição atmosférica industrial, sendo considerado um veneno. O Fitoplâncton e a cadeia alimentar: As medições das populações desses organismos microscópicos sob o raio de ação do buraco da camada de ozônio demonstraram uma redução de 25% desde o começo do século XXI até o ano de 2003, nas águas marinhas antárticas. A morte destes microorganismos causa uma redução da capacidade dos oceanos em extrair o dióxido de carbono da atmosfera, contribuindo para o aquecimento global. Com a morte do fitoplâncton, o zooplâncton não sobrevive. Sem zooplâncton, o krill deixa de existir, diminuindo a população dos peixes dos oceanos e assim por diante. Logo, a ozonosfera é primordial para que haja vida no planeta Terra. Fonte: Wikipédia O Pulmão do Planeta Terra!
Com 50% do total de espécies catalogadas no mundo, a Amazônia com sua biodiversidade recorde abriga 20 milhões de habitantes e é formada por vários estados brasileiros.
É uma grande pena o governo brasileiros não dar a atenção adequada para o potencial desta floresta tropical, que garante a estabilidade do clima mundial. Através de correntes de ventos vindos dos pólos sul e norte, a Amazônia faz a “troca” deste ar que é redistribuído para todo o planeta. Uma ação de Ciberativismo muito interessante do Greenpeace envia automaticamente um protesto ao presidente Lula tentando alertar nosso governo a defender os verdadeiros valores de nossa floresta. Para participar é muito fácil, basta preencher este breve cadastro e você estará ajudando de alguma forma essa floresta fantástica que é o pulmão do nosso planeta!
Amazônia
![]() O nome Amazônia deriva de "amazonas", guerreiras da mitologia grega.
![]() 3 Videos s/CF2007
Assista, aposto que vc vai amar!
Oração Campanha da Fraternidade 2007
Música da campanha da fraternidade 2007 do Colégio Santa Catarina de Sena
Garotada Missionária - Fraternidade e Amazônia
![]() The Amazon Rainforest (Brazilian Portuguese: Floresta Amazônica or Amazônia; Spanish: Selva Amazónica or Amazonía) is a moist broadleaf forest in the Amazon Basin of South America. The area, also known as Amazonia or the Amazon Basin, encompasses seven million square kilometers (1.2 billion acres), though the forest itself occupies some 5.5 million square kilometers, located within nine nations: Brazil (with 60 percent of the rainforest), Colombia, Peru, Venezuela, Ecuador, Bolivia, Guyana, Suriname, and French Guiana. States or departments in four nations bear the name Amazonas after it. The Amazon represents over half of the planet's remaining rainforests and comprises the largest and most species-rich tract of tropical rainforest in the world.
The name Amazon is said to arise from a battle which Francisco de Orellana had with a tribe of Tapuyas where the women of the tribe fought alongside the men, as was the custom among the entire tribe. Another theory credits the name to Orellana mistaking indigenous men wearing "grass skirts" as women. Orellana derived the name Amazonas from the ancient Amazons of Asia and Africa described by Herodotus and Diodorus in Greek legends. Wet tropical forests are the most species-rich biome, and tropical forests in the Americas are consistently more species rich than the wet forests in Africa and Asia.[1] As the largest tract of tropical rainforest in the Americas, the Amazonian rainforests have unparalleled biodiversity. More than 1/3 of all species in the world live in the Amazon Rainforest. The region is home to about 2.5 million insect species, tens of thousands of plants, and some 2000 birds and mammals.
To date, at least 40,000 plant species, 3,000 fish, 1,294 birds, 427 mammals, 428 amphibians, and 378 reptiles have been scientifically classified in the region . Scientists have described between 96,660 and 128,843 invertebrate species in Brazil alone. The diversity of plant species is the highest on earth with some experts estimating that one square kilometre may contain over 75,000 types of trees and 150,000 species of higher plants. One square kilometre of Amazon rainforest can contain about 90,790 tonnes of living plants. This constitutes the largest collection of living plants and animal species in the world. One in five of all the birds in the world live in the rainforests of the Amazon. To date, an estimated 438,000 species of plants of economic and social interest have been registered in the region with many more remaining to be discovered or catalogued. Deforestation is the conversion of forested areas to non-forested areas. The main sources of deforestation in the Amazon are human settlement and development of the land. Between 1991 and 2000, the total area of forest lost in the Amazon rose from 415,000 to 587,000 km², an area twice the size of Portugal, with most of the lost forest becoming pasture for cattle. History of Deforestation in the AmazonPrior to the early 1960’s, access to the Amazon was incredibly restricted and aside from partial clearing along rivers the forest remained basically intact.The key point in deforestation of the Amazon was when the colonists established farms within the forest during the 1600s. Their farming system was based on crop cultivation and the slash and burn method. The colonists wereunable to successfully manage their fields and the crops due to the loss of soil fertility and weed invasion.The soils in the Amazon are productive for just a short period of time, and the farmers are therefore constantly moving and clearing more and more landAmazonian colonization was ruled by cattle raising because ranching required little labor, generated decent profits, and awarded social status in the community. However the results of the farming lead to extensive deforestation and caused extensive environmental damageAn estimated 30% of the deforestation is due to small farmers and the intensity within the area that they inhabit is greater than the area occupied by the medium and large ranchers who possess 89% of the Legal Amazon’s private land. This emphasizes the importance of using previously cleared land for agricultural use, rather the typical easiest political path of distributing still-forested areas. In the Brazilian Amazon, the amount of small farmers versus large landholders changes frequently with economic and demographic pressures |
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